quinta-feira, 21 de junho de 2012

Estreia: ‘Hasta la vista’ desafia o politicamente correto com deficientes


Desafiar as boas maneiras do politicamente correto para fazer humor em cima da dificuldade de três jovens com deficiências — um cego, um paraplégico e um tetraplégico — em perder a virgindade é o grande desafio vencido pela comédia belga “Hasta la vista, venha como você é”, de Geoffrey Enthoven.
Que ninguém pense que a vida do trio principal é moleza. O roteiro de Pierre de Clercq não doura a pílula, mostrando em detalhes as restrições da vida cotidiana de cada um dos três marcantes protagonistas, o tetraplégico Philip (Robrecht Vanden Thoren), o deficiente visual Jozef (Tom Audenaert) e Lars (Gilles de Schrijver), que tem um tumor que o tornou paraplégico, além de provocar-lhe convulsões.
Os rapazes são amigos e têm uma boa condição financeira que lhes permite, por exemplo, cultivar o gosto por vinhos. Mas, de todo modo, vivem numa espécie de redoma, hipercuidados pelos pais, o que torna sua vida amorosa praticamente impossível, ainda mais diante dos inevitáveis preconceitos que cercam sua aceitação pelas garotas. Além de sua própria timidez para aproximar-se delas.
O mais saidinho do trio, Philip, decide que é hora de eles conhecerem o sexo, custe o que custar. E descobre que existe na Espanha um bordel moldado exatamente para atender às necessidades de pessoas especiais como eles.
Com um motorista especializado e uma van adaptada, eles vencem a resistência de seus pais para deixá-los viajar sozinhos, o que acontece pela primeira vez na vida. Na véspera da viagem, o motorista ideal cai fora e o sonho fica ameaçado.
Por uma série de circunstâncias, eles acabam fazendo a viagem na marra, escondidos e contando com Claude (Isabelle de Hertogh), uma motorista substituta gordinha e enfezada.
Um dos grande trunfos desta comédia delicada está em criar simpatia para seus protagonistas — inclusive Claude, que, começando na trupe sem dizer a que veio, consegue pouco a pouco impor-se no jogo, a princípio desigual, de piadinhas machistas, liderado por Philip.
De origem proletária, Claude acaba sendo também um contraponto a certas manias de mauricinhos que afetam os rapazes, o que se torna motivo para algumas situações divertidas no cotidiano.
Outro ponto de equilíbrio está no ritmo das peripécias, distribuídas ao longo do caminho. O mais difícil foi arriscar-se no desafio ao politicamente correto, inclusive na paródia que os protagonistas fazem o tempo todo das próprias deficiências e das dos outros. E aí reside o grande acerto do filme.
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

Fonte: G1
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No país do futebol, a modalidade adaptada em cadeira de rodas, ganha seu espaço



O Power Soccer, ou Futebol em Cadeiras de Rodas, é uma modalidade paradesportiva, também conhecida como Powerchair Football. O esporte é praticado por homens e mulheres com deficiência, de qualquer idade, que usam cadeiras motorizadas no seu dia a dia. Oficialmente, está presente em mais de 15 países da América do Norte, do Sul, Europa, Ásia e Oceania.
O esporte surgiu no final da década de 1970 paralelamente na França e no Canadá. Desses dois países, a modalidade rodou o mundo e ganhou diferentes estilos, até 2006 – quando foi criado oficialmente e quando nasceu a Federação Internacional de Futebol em Cadeira de Rodas (FIPFA). O que possibilitou a realização, em 2007, da primeira Copa do Mundo do esporte.
Hoje, mais de 30 anos depois, o Power Soccer já é reconhecido pelo Comitê Paraolímpico Internacional (IPC). A expectativa é que o esporte se torne uma modalidade paraolímpica e seja exibido já nas Paraolimpíadas de 2016, do Rio de Janeiro. Se isso acontecer, o Brasil poderá participar da sua primeira paraolimpíada pela modalidade, em casa.
E o país estará preparado. É o que acreditam os dirigentes da recém-criada Associação Brasileira de Futebol em Cadeiras de Rodas (ABFC), que tem a finalidade de fomentar a modalidade no Brasil e promover a inclusão das pessoas com deficiência nesta categoria. O país sai na frente no continente: em 27 de junho de 2011, o Brasil torna-se o 1º Membro Sul-Americano da FIPFA, representado pela ABFC.
O empenho da Associação em disseminar o esporte no país resultou ainda no convite da FIPFA a Ricardo Gonzalez Rocha Souza, presidente da ABFC, para se tornar também o maior representante da Zona das Américas (Sul, Norte e Central) para o esporte. O fato ocorreu após o país levar uma delegação de sete pessoas a Atlanta, durante a Premier Conference Cup, em meados de 2011. Na ocasião, o presidente da FIPFA Hervé Delatte viajou aos Estados Unidos especialmente para conhecer os membros da ABFC. Além da Zona das Américas, o Power soccer é dividido também nas zonas Europeia e Ásia e Oceania.

Fonte: ABFC
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Amor sem limites: casal com deficiência supera obstáculos e desafios



Jay Cramer, 37 anos, era um ator talentoso quando caiu enquanto escalava uma das montanhas  em Malibu, EUA.  Ele quebrou o pescoço e não movimentas as pernas há seis anos. Katy Sullivan, 32 anos, nasceu sem as pernas. Como acaso, ou destino, Jay e Katy se conheceram em 2006, no hospital de reabilitação da Califórnia, Downey’s Rancho. Jay ainda não havia sofrido o acidente.
“Foi amor à primeira vista”, Jay lembrou. “Ela tinha as pernas mais sexys de titânio que eu já vi.”
No entanto, não foi amor à primeira vista para Katy, que passava por jay sem repará-lo. Mas pouco tempo depois ela notou Jay, e parou para falar com ele. O amigo de Katy estava tentando organizar um encontro entre os dois, poucos dias antes do acidente de Jay. “Eu tive que quebrar o pescoço para que ela me notasse”, acrescentou ele com uma risada.
Jay e Katy se casaram no dia 26 de setembro de 2009, após uma proposta nada comum. Jay queria ficar de joelhos para propor o casamento, mas ele não podia fazer isso por causa da lesão. Alguém disse que ele poderia fazer isso numa piscina.
“Então, eu entrei na água com um fisioterapeuta me segurando em cada braço, fiquei de joelhos e disse a Katy que eu tinha algo a perguntar a ela”, disse ele. “Ela estava sentada ao lado da piscina. Propus e ela disse ‘sim’, fazendo de mim o homem mais feliz do mundo.”
Após o acidente, Jay continuou com sua carreira de ator, mas numa direção diferente, se tornou um comediante stand-up. Em 2007  foi nomeado “Melhor Novo Comediante” em Los Angeles, e dois anos depois, foi nomeado “o mais engraçado comediante”. Katy também tem uma carreira de atriz.
Trabalhando com o fisioterapeuta Julie Kasayama, Katy não só aprendeu a mecânica de correr com as pernas de titânio, mas se destacou e começou a vencer corridas. Com um tempo de 17.68 segundos, ela venceu a Paraolimpíada dos EUA nos 100 metros rasos.
O casal pretende formar uma família, e estão trabalhando em vários projetos, incluindo apresentações motivacionais que apresentam para pacientes e funcionários no Hospital de Reabilitação, na Califórnia, e esperam apresentar-se em outros lugares.
Durante a entrevista, Jay e Katy carinhosamente contaram histórias inspiradoras e piadas sobre o dia a dia do casal e como superaram os obstáculos.
“Jay é uma pessoa incrível e inspiradora”, disse Jorge Orozco, CEO do Rancho. “Ele e Katy estão ajudando muito no hospital. O espírito de energia deles não tem preço. São duas das pessoas mais entusiasmadas e otimistas que eu conheço. Seus sorrisos e atitudes positivas são contagiosos. Eles não se consideram vítimas”.
Segundo Katy, os obstáculos são colocados em nossos caminhos para demonstrar o quanto queremos e podemos vencer alguma coisa. ”Você vai encontrar uma oportunidade, às vezes vem no mais improvável dos pacotes”, disse ela.
Jay acrescentou: “Não importa se é uma prótese de perna, uma cadeira de rodas ou qualquer outra coisa, seja sempre grato pelas lições que você aprendeu.”.
Fonte:Deficiente Ciente
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Pessoa com deficiência, não superherói!


Esses dias, li algumas postagens do Jairo (Marques, jornalista da Folha de São Paulo, autor do blog Assim Como Você) que me fizeram refletir que, ultimamente, a sociedade anda vendo as pessoas com deficiência como seres iluminados.
Gente que porque superou (na real, se adaptou, porque superar seria se “curar”, não?) uma deficiência física, sensorial ou cognitiva, de repente, perdeu o status de ser humano, pra se tornar alguém iluminado, blindado, a prova de chuva de meteoros. Viramos superheróis, semideuses, como se tivéssemos atingidos todos o samadhi (copiando a explicação da wikipedia:  controle completo das funções da consciência, que resulta em vários graus de aquisição interna da verdade) tal qual os mestres hindus ou zen budistas.
                                                                       Sou surda oralizada, meu caro. Não a Mulher Maravilha!

Parece que o povo não percebe essa projeção está, na verdade, nos negando o direito de continuarmos sendo humanos. Humanos no sentido de poder nos estressar com probleminhas mundanos. Só porque alguém sobreviveu a um acidente de carro, a pessoa nunca mais pode reclamar de ônibus lotado. Ou porque alguém “superou o trauma” de perder um sentido sensorial, tem obrigação de ser um poço de compreensão com as cretinices alheias. Magina se um surdo oralizado poderia se aborrecer com o fideputa que usa a deficiência dele pra se dar bem de alguma forma?
Se antes éramos tratados como inválidos, agora somos tratados como seres angelicais, sem qualquer vínculo com os problemas e as fraquezas humanas. A gente não pode reclamar de nada, se estressar com nada, tem que perdoar todas as fraquezas e falta de caráter do outros. No máximo, a gente pode reclamar de falta de acessibilidade. Mas só isso…
É um tal de divulgar histórias de superação de forma que nos tornamos exemplos.
Outro dia, conversava com alguém e falei “eu não tenho nenhuma pretensão de ser exemplo de nada”. Ela arregalou os olhos e perguntou “e você faz o DNO para o que?”. Respondi “Para ser parceira de quem passa por situações similares e quer companhia, quer conversar, quer compartilhar os receios e as conquistas. Posso mostrar que dá pra ser feliz independente de qualquer coisa. Mas não de forma exemplar, ninguém precisa me olhar como espelho, apenas como uma mão amiga…”. Simplesmente porque acho impossível, como disse Tom Jobim, ser feliz sozinho. Todo mundo precisa de companhia. Eu precisei e continuo precisando. Quer saber o número de vezes que levei bronca, ouvi dicas e conselhos do Raul e da Anahi, meus mestres no sentido de lidar com a deficiência auditiva?
Não é porque perdi a audição e consegui lidar com isso que deixei de ser humana. Eu me estresso com coisinhas ínfimas do dia a dia. Fico de mau humor por bobagem. Falam que sou esforçada porque aprendi outro idioma usando só a leitura labial, mas sou preguiçosa para caramba e passo o dia de pijama quando posso. Levo de boa a ignorância alheia com o grupo dos surdos oralizados a maior parte do tempo, mas meu sangue ferve quando alguém me enche o saco quando digo que não estou afim de fazer algo.

 Eu erro, eu falho, eu tropeço, eu recomeço do zero e eu chuto o pau da barraca diante dos desafios  do dia a dia, que  não tem nenhuma relação com a surdez. Porque ter deficiência não me promoveu a outra categoria de criatura nem a outra espécie interplanetária, continuo sendo uma pessoa, e tendo que pagar contas, e tendo que trabalhar, e tendo que enfrentar trânsito, e tendo problemas familiares, e tendo vontade de mandar certas pessoas tomarem no… porque sim, eu posso até perdoar muita coisa, mas não sofro de amnésia e, muitas vezes, guardo sim rancor, mesmo sabendo que isso só faz mal a mim. É o meu direito como ser humano!


                                                                                   Acredite, nenhuma pessoa com deficiência se torna, obrigatoriamente, um mestre zen, que mora no
 topo de uma montanha, complemente alheio aos problemas cotidianos.

Falo isso, porque ando pelas tampas com essa exigência da sociedade de que “exemplo de superação” tem que ser iluminados, abnegados e exemplos de mentalidade zen. Não roubem o nosso direito de continuar sendo tão humanos quanto qualquer pessoa!!
Só, e enfatizo, somente SÓ quando a sociedade parar de olhar as pessoas com deficiência de cima (como inválidos) ou no pedestal (como heróis) é que haverá respeito de verdade.Porque a gente respeita MESMO é quem a gente olha do mesmo nível. Quem a gente considera igual a nós. Antes disso, é um respeito falso, que vem recheado de paradigmas e preconceitos e não tem nada a ver com igualdade, com equiparação de direitos e com respeito puro e simples. E é só isso, somente isso, que todas as pessoas com deficiência querem: o direito digno de existir.

Escrito por laklobato em 07/06/2012
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A língua de sinais, conquistou os críticos de Hollywood em “Filhos do Silêncio”

Um dos filmes mais aclamados pela crítica na década de 80, Filhos do Silêncio recebeu quatro indicacões para o Oscar da Academia e ganhou o de Melhor Atriz para Marlee Matlin.
 “Filhos do silêncio” (Children of a Lesser God) mostra uma escola de surdos. O Professor Leeds (William Hurt), com técnicas diferenciais, tenta ajudar seus alunos a se integrarem melhor na sociedade ao tentar ensiná-los a falar foneticamente por meio da música. Ao conhecer Sarah (Marlee Matlin), mulher surda que já foi aluna da escola e tornou-se funcionária de lá, Leeds encara seu maior desafio.
No filme, Sarah, por ser surda e não saber falar, foi desrespeitada pelos amigos da irmã durante sua adolescência e, por isso, tem certa resistência para relacionar-se com o Professor. Além disso, não possui um relacionamento muito bom com sua mãe, já que foi menosprezada por ela e por seu pai por ser diferente. Por já ter sofrido tanto, Sarah prefere fechar-se em seu próprio mundo.
Após um tempo de convivência, o professor Leeds e Sarah apaixonam-se. No filme, podemos perceber a dificuldade que os dois têm para se relacionarem. Leeds queria que Sarah aprendesse a falar e Sarah sente-se um pouco sufocada por Leeds. Apesar desses problemas, o relacionamento dos dois acaba sendo muito vantajoso para Sarah, já que ao passar a conviver com mais pessoas, ela começa a sentir vontade de sair de seu mundo solitário e isolado.
Ela quer mostrar que é capaz como as outras pessoas que escutam, quer mostrar que sua deficiência não a impede de fazer nada. O filme é muito comovente e nos faz pensar sobre diversos assuntos. Ao vermos o isolamento inicial de Sarah, refletimos sobre como a inclusão e a integração de pessoas deficientes constitui um desafio. Ambos os lados (os falantes e os surdos) necessitam trabalhar juntos para que essa inclusão possa ocorrer.
O filme também mostra que precisamos tratar as pessoas com necessidades especiais com muito respeito; temos que ser tolerantes e pacientes e tentar nos aproximar ao máximo de sua realidade para que possamos entendê-los. Não podemos obrigá-los a aprender a nossa linguagem. Quando Sarah e Leeds brigam no filme por um não entender o lado do outro, podemos ver uma cena muito interessante: Leeds mergulha na piscina para tentar compreender o mundo de silêncio em que Sarah vive. Outro preconceito que o filme quebra é que os surdos sabem se comunicar por si mesmos. Sempre temos a impressão que temos que falar por eles. No entanto, no filme observamos que eles têm suas próprias idéias, seus próprios pensamentos.
Também foi possível observar o tanto que temos que aprender uns com os outros e que todos somos iguais apesar de todas as nossas diferenças. O filme também mostra que podemos vencer as barreiras que existem entre as pessoas: no final do filme, Leeds e Sarah conseguem quebrar o silêncio e a falta de compreensão que existiam entre os dois; eles aprendem a verdadeiramente se comunicar. O filme é uma grande lição de vida e um grande aprendizado. Nos mostra um mundo sobre o qual pouco conhecemos e nos faz compreendê-lo melhor. Ou seja, o próprio filme tem um grande papel na integração da sociedade com a comunidade surda.

Fonte: Amigo Nerd
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MTur libera R$ 7,5 mihões para Bahia investir em acessibilidade e infraestrutura para Copa

O Ministério do Turismo liberou R$ 7,5 milhões para projetos elaborados pela Secretaria de Turismo da Bahia (Setur) nas áreas de acessibilidade, sinalização turística e montagem de postos de atendimento aos visitantes. A informação foi dada pelo secretário do Turismo, Domingos Leonelli, durante o Fiptur Megaeventos, seminário que foi realizado no auditório da Casa do Comércio, em Salvador.
“Isso inclui instalação de equipamentos como rampas e corredores especiais em locais como Barra (Farol e Cristo), Praça Castro Alves, Rua Chile, Praça da Sé, além de acessos aos museus e prédios religiosos, Dique do Tororó e entorno da Arena Fonte Nova”, contou. Os CATs – Centros de Atendimento ao Turista – serão implantados em 35 pontos de Salvador, incluindo os locais turísticos como Igreja do Bonfim, Orla Marítima, Centro da Cidade e Feira de São Joaquim. Os equipamentos são módulos portáteis que funcionarão como postos de informação.
Já o projeto de sinalização turística, compreende os eixos da Orla Marítima (Bonfim, Comércio, Barra e Itapuã), onde estão localizados os sete pontos mágicos de Salvador e o Fan Fest e Fan Park da Fifa; das Estradas, nos acessos e saídas de Salvador e o eixo das Vias Centrais, que inclui o Pelourinho e Dique do Tororó. Conforme o secretário, além dessas intervenções, algumas obras do Prodetur Baía de Todos-os-Santos – que prevê investimentos de US$ 85 milhões na região – já deverão ter sido concluídas.
Leonelli lembrou ainda que um dos próximos passos da Bahia, na área do turismo, é atuar na captação de voos internacionais, “aproveitando” um programa da Embratur que já está em curso (Voo Direto), sobretudo para países da América do Sul como Argentina, Peru e Chile. “Também estamos em parceria com a Embratur no programa de promoção voltado para as 12 cidades sede da Copa de 2014, com destaque para grandes ações que vamos fazer em Paris e no Chile”, contou. Na área do receptivo turístico, a Bahia vai desenvolver o projeto Guias e Monitores, similar ao que está em operação desde 2008 para o carnaval.
Fonte: Mercado & Eventos 
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