sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Americano com síndrome de Down distribui abraços grátis em seu restaurante

Tim Harris tem 26 anos e é dono de um restaurante em Albuquerque, nos Estados Unidos. Pelo que se sabe, Tim é a única pessoa com síndrome de Down do país a ter um empreendimento semelhante.
Quando o filho nasceu, o máximo que Keith Harris pôde dar foi um meio sorriso. O pai de Tim diz que, quando o pediatra perguntou se ele sabia o que era síndrome de Down, entrou em pânico. Hoje, é uma pessoa realizada. "Nós pais queremos que nossos filhos sejam independentes, felizes e seguros na vida", explica, em entrevista à emissora CBS.
Tim Harris não apenas vive sozinho, mas comanda o Tim´s Place. O rapaz percebeu que o que as pessoas realmente querem de um restaurante de família é o ambiente familiar. E é por isso que lá o amor não está somente no ar, também é um item no cardápio.
Ao sentar-se à mesa, você pode pedir um abraço grátis do Tim. E, mesmo se não pedir, há chances de ganhar um assim mesmo. Abraços são sua medida de sucesso e ele já deu quase dezenove mil, segundo o controle de seu “contador de abraços”.
O pai de Tim, que também possui seu próprio negócio, proveu o investimento inicial. Outras pessoas fazem o gerenciamento e a comida, mas Tim é o homem de frente. Ele ainda tem planos de expansão. No entanto, não importa o quanto acumule, o americano diz que sempre estará em dívida com o homem que lhe deu o primeiro abraço. "Eu amo tanto o meu pai", afirma.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Eventos legendados, audiodescritos e interpretados em língua de sinais. Inclusão total.



UC3MTitling permite a legendagem em tempo real de eventos, sem a necessidade de pessoal altamente qualificado. O seu âmbito de aplicação são eventos ao vivo baseados em um roteiro pré-determinado, teatro, conferências, cerimónias, etc ... permitindo a emissão de qualquer elemento da questão da acessibilidade em sincronia com o desenvolvimento do evento ao vivo, a um custo baixo.
Para este fim, antes do evento, se geram o conjunto de recursos de acessibilidade (títulos, vídeo em linguagem de sinais e áudiodescrição) através de um software de uso muito fácil. A partir destes elementos, qualquer pessoa é responsável de gerenciar a emissão destes elementos durante o decorrer da obra ou evento.
Uma grande vantagem é que essa pessoa pode realizar tal sincronização do local do evento ou fora dele, sem necessidade de se deslocar até o local de onde acontece o evento ao vivo. Graças a ferramentas de comunicação para fazer chamadas através da Internet (chamadas VoIP) pode continuar a partir de qualquer lugar o procedimento sobre ele.
Uma vez que se começar a emitir os elementos de acessibilidade, estes podem ser emitidos para a sala através de diferentes canais de acordo com suas características: texto para títulos, de áudio para a audiodescrição e vídeo para a linguagem de sinais. Também graças à alta compatibilidade dos formatos escolhidos, eles podem ser vistos simultaneamente a partir de diferentes dispositivos para a audiência da obra: telefone móvel, Tablet, PDA, etc.
UC3MTitling é uma ferramenta que incorpora os procedimentos necessários para controlar de forma presencial ou remota a projeção sincronizada de recursos de acessibilidade (legendas, vídeo com a linguagem gestual e áudiodescrição) através de vários canais associados à própria sala de onde acontece o evento ao vivo.
Em resumo, UC3MTitling consegue com que as pessoas com deficiência auditiva e/ou visual possam acompanhar o evento, conseguindo uma completa integração das pessoas com deficiência em pé de igualdade com o resto da audiência.

Fonte: uc3mtitling
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Três brasileiros avançam na disputa individual mista da bocha paralímpica


Por GLOBOESPORTE.COM


José Chagas bocha Brasil Paralimpíadas (Foto: Buda Mendes / CPB)
José Chagas vence uma, empata outra e avança às
quartas na classe BC1 (Foto: Buda Mendes / CPB)
Um dia depois de Dirceu Pinto e Eliseu dos Santos conquistarem o primeiro ouro da bocha brasileira em Londres, outros dois atletas do país estrearam com vitória na competição individual. José Carlos Chagas, Daniele Martins e Maciel Sousa Santos avançaram de fase em suas respectivas categorias e voltam a competir nesta quinta-feira.
Dirceu e Eliseu, que serão adversários na BC4, também competem nesta quinta. Apenas Natali Mello, eliminada na segunda rodada da BC2, já se despediu dos Jogos de Londres.
Na disputa mista individual da classe BC1, José Carlos Chagas abriu o dia com vitória por 4 a 2 sobre o eslovaco Jakub Nagy. Nas oitavas de final, o brasileiro encarou o sul-coreano Kwang-Min Ji, classificado diretamente para esta etapa. O placar terminou empatado em 3 a 3, mas José foi considerado o vencedor e avançou às quartas de final, onde enfrentará outro sul-coreano: Myeong-Su Kim.
Daniele Martins precisou disputar um duelo classificatório na BC3. Por 6 a 2, derrotou o sueco Christoffer Hagdahl. Depois, a mineira superou a tailandesa Tanimpat Visaratanunta por 7 a 2, garantindo vaga nas oitavas de final, que serão disputadas nesta quinta-feira.
Daniele Martins bocha londres 2012 (Foto: Luciana Vermell/CPB)Mineira Daniele Martins vence dois duelos e se garante nas oitavas de final (Foto: Luciana Vermell/CPB)
Na BC2, o Brasil teve 50% de aproveitamento. Natali Mello perdeu por 12 a 0 para o japonês Takayuki Hirose e foi eliminada. Maciel Sousa Santos, porém, venceu o espanhol Pedro Cordero Martin por 9 a 1 e segue vivo na disputa por medalhas.
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Yohansson quebra recorde mundial e vai à final dos 100m na categoria T46

Por GLOBOESPORTE.COM

Ao alinhar para a largada da segunda eliminatória dos 100m, categoria T46, Yohansson Nascimento sabia que teria um dia longo pela frente. Mas, com um ouro e uma prata já conquistados em Londres, o brasileiro não quis saber de poupar. Com um ritmo forte desde o início da prova, quebrou o recorde mundial de sua categoria de origem, a T45, e se classificou para a final dos Jogos Paralímpicos com o melhor tempo: 10s94.
Yohansson disputa as provas na categoria T45, para atletas amputados. Mas, como não há competidores suficientes, correu na T46, com adversários com um grau menor de deficiência. Ainda assim, mostrou estar no melhor de sua forma ao liderar a classificação para a final.
Yohansson Nascimento Paralimpíadas atletismo (Foto: Getty Images)Yohansson Nascimento voa para garantir a classificação nos 100m (Foto: Getty Images)
O brasileiro teve uma boa largada, mas saiu atrás do cubano Raciel Gonzalez Isidoria. Nos 50m finais, no entanto, mostrou ter mais fôlego que o rival. Cruzou a linha de chegada três centésimos à frente, com o recorde mundial no bolso.
O Brasil ainda tinha a chance de classificar mais um atleta para a final. Antonio Souza foi para a pista na terceira bateria da prova. Com um bom ritmo no início, chegou a disputar a segunda posição, mas perdeu fôlego no fim e terminou em quarto, com o tempo de 11s36, sem a vaga para a decisão. A disputa por medalhas será na tarde desta quinta, no Estádio Olímpico.
Outros resultados
Jonathan de Souza peso Paralimpíadas (Foto: Getty Images)
Jonathan de Souza terminou em sétimo no

arremesso de peso (Foto: Getty Images)
Primeira brasileira a ir para a pista nesta quinta, Jenifer Santos não conseguiu a classificação para a final dos 200m, na categoria T38. Ela terminou a disputa com 32s03, o sexto tempo na primeira bateria da eliminatória.
Nos 200m da categoria T13, Andre Andrade também não conseguiu a classificação para a final. O brasileiro fez o quarto tempo (22s96) da terceira bateria e ficou fora da decisão.
Alice Correa por pouco não foi à final dos 200m, na categoria T12. A brasileira fez sua melhor marca (25s92) e ficou com o segundo tempo de sua bateria. Ainda assim, não avançou à decisão.
No arremesso de disco da categoria F44, Shirlene Coelho alcançou sua melhor marca na temporada (27,58m) e terminou a disputa com o quinto lugar. No arremesso de peso, categoria F40, Jonathan Santos fechou em sétimo lugar, com 10,88m.
Brasileiro 'derruba' juiz
No salto triplo, categoria F11, para cegos, o brasileiro Luciano dos Santos Pereira protagonizou uma das cenas inusitadas do dia. Ao perder a direção da caixa de areia, correu em direção a um dos juízes, que tentou se desviar e, desequilibrado, caiu no chão. No fim, acabou em nono lugar, com a marca de 11,02m. O ouro foi para o russo Denis Gulin (12,91m). Duan Li, da China, com 12,75m, e Ruslan Katyshev, da Ucrânia, com 12,50m, completaram o pódio.
Luciano dos Santos salto Paralimpíadas (Foto: Reuters)Luciano dos Santos acabou derrubando um juiz durante o salto (Foto: Reuters)Compartilhado por: Rafael Mota

Pistorius volta atrás, se desculpa com brasileiro e encerra polêmica




Após ter questionado a vitória do corredor brasileiro Alan Fonteles, domingo, nos 200m rasos das Paralimpíadas de Londres, o sul-africano Oscar Pistorius voltou atrás. Na segunda-feira, Pistorius cumprimentou e parabenizou Alan. Fonteles também é biamputado e usa o mesmo tipo de prótese do sul-africano, que reclamou muito sobre a mudança de altura do brasileiro.

Na regra paralímpica, pode haver ajuste de altura dos para-atletas que usam prótese, dentro de um limite. Fonteles cresceu de 1,76m para 1,81m. E o Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) considerou o procedimento legal. Na manhã de segunda, Pistorius encerrou a polêmica, após reunião com diretores do IPC, e afirmou que, a partir de agora, vai se preocupar com suas marcas. Na entrega das medalhas, abraçou e desejou sorte a Fonteles.

Os dois ainda se enfrentarão nos 100m, 400m e no revezamento 4x400m. O paraense Fonteles, que diz ter Pistorious como ídolo, lamentou as críticas do sul-africano, mas não entrou em polêmica. "Ele não é um mau perdedor, ele é um grande atleta. Só estou triste com a entrevista em que ele disse que minhas próteses são grandes demais", falou o brasileiro.

Prata
Na segunda, o Brasil ganhou uma prata em Londres. O fundista Odair Santos chegou em segundo lugar nos 1.500m. O país é o 8º no quadro geral.

Fonte: Correios
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É um jogo curioso e rápido, com registro de peteca atingindo 200 km por hora. É jogado em uma quadra que mede 13,40m x 6,10m, dividido por uma rede com a altura variando de acordo com a categoria. O jogo tem duração máxima de 3 games vencendo quem atingir 21 pontos primeiro (caso empate em 20 a 20 o jogo é prolongado até que se tenha feito 2 pontos de diferença, atingindo no máximo 30 pontos). O Badminton é jogado em 140 países e sua federação surgiu em 1934.
Badminton Adaptado foi reconhecido em 1996 pelos fundadores da Associação Internacional de Badminton para Deficientes. Atualmente existe mais de 30 países filiados a referida associação, tendo como principal objetivo a difusão do esporte pelo mundo e a inclusão do mesmo nas Paraolimpíadas. Foi trazido para o Brasil pelo professor Létisson Samarone de Brasília - DF (Diretor do Badminton Adaptado no Brasil)
As adaptações estão relacionadas às categorias, nivelando os atletas de acordo com suas deficiências, equiparando-os. No Badminton Adaptado há 10 categorias: 3 categorias para cadeirantes (W1, W2 e W3 – W de Wheelchair: cadeira de rodas em inglês) e 7 para andantes (S1, S2, S3, S4, S5, S6 e S7 – S de Standing: andantes em inglês). Para saber em qual categoria o atleta se enquadra, é necessário passar por uma classificação funcional feita por avaliadores capacitados.
Categorias do Badminton Adaptado
Wheelchair (cadeira de rodas)
- Na categoria Wheelchair (cadeira de rodas) se enquadram os atletas com grande e pequenos comprometimentos e que fazem obrigatoriamente uso de cadeiras de rodas para se locomover. Nesta modalidade o uso da cadeira esportiva é obrigatório não podendo o atleta competir com a sua cadeira usual. Um ponto positivo destas é que, após estudos,  ficam compatíveis com a funcionalidade do atleta, pois, irá valorizar suas potencialidades e amenizar os seus comprometimentos.
Nas competições desta categoria, algumas regras são diferentes para favorecer os jogadores, tais como:
- A rede tem a altura diminuída (1,40m), bem como o saque pode ser feito com a raquete na linha da axila.
- A cadeira de rodas é considerada parte do jogador, neste caso, se a peteca atingir alguma parte da cadeira é considerado como se tivesse atingido parte do jogador, sendo portanto falta.
- Quando a peteca está em jogo, os pés dos atletas devem permanecer em contato com o suporte para os pés. Em nenhum momento, do jogo, o jogador pode colocar os pés em contato com o chão.
- Uma cadeira de rodas pode ser equipado por um apoio da roda traseira, que pode se estender além das rodas principais.
- Nesta categoria há a disputa de duas modalidades: Simples e duplas, masculino e feminino.
Standing (andantes)
- Na categoria Standing (andantes) se enquadram os atletas com comprometimento nas duas pernas, comprometimento em apenas
uma das pernas, comprometimento em um dos membros superiores, com amputação ou má formação em uma das pernas, com ou sem prótese, jogando de muleta ou não e portadores de hemiplegia.
- Nesta categoria as regras se são semelhantes às regras do Badminton convencional. Como a altura da rede, 1,55m, a quadra, a altura da raquete no momento do saque ( na cintura), entre outras.
- Também, na categoria standing há a disputa de duas modalidades: Simples e duplas, masculino e feminino.
Fonte: educopediaef
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Artistas com deficiência participam da abertura dos Jogos Paralímpicos de Londres



A rainha Elizabeth II e seu marido, o príncipe Philip de Edimburgo, vão presidir a Cerimônia de Abertura dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012 no estádio de Stratford. A Rainha será a encarregada de inaugurar os Jogos Paralímpicos acompanhada de seu marido, que na semana passada esteve hospitalizado cinco dias por conta de uma infecção na bexiga. A previsão é que 4,2 mil atletas, de 165 países, participem. Os atletas brasileiros disputam 18 modalidades entre as 20 que integram os Jogos.
Na última edição, em 2008, em Pequim, o Brasil ficou em 9º lugar no quadro de medalhas. O subchefe da delegação brasileira paralímpica, Jonas Freire, disse que é a primeira vez que o Brasil proporciona a aclimatação para os atletas brasileiros antes da disputa dos Jogos Paralímpicos. Segundo o dirigente, a meta é manter-se entre os top 10 e ficar em sétimo na colocação geral.
A Cerimônia de Abertura dos Paralímpicos, intitulada "Enlightenment" ("Iluminação"), acontece dia 29 de agosto (quarta-feira) às 16h30 (de Brasília) com um espetáculo aéreo do grupo Aerobility, uma organização beneficente do Reino Unido que treina deficientes para serem pilotos.
Se a abertura dos Jogos Olímpicos foi um louvor ao universo britânico e o encerramento uma ode à riqueza musical inglesa, os protagonistas desta cerimônia - dirigida por Jenny Sealey e Bradley Hemmings - serão as pessoas incapacitadas.
Com cerca de 3 mil voluntários, mais de 100 crianças e 100 artistas profissionais, entre os quais antigos atletas paralímpicos, soldados feridos e crianças de diferentes bairros do leste de Londres, onde se concentram a maioria das instalações olímpicas, o ato será "uma celebração espetacular do espírito inspirador destes Jogos", segundo os organizadores.
A cerimônia, para a qual restam entradas a preços entre 250 e 350 libras (entre R$ 800 e R$ 1,1 mil), prosseguirá com um espetáculo circense protagonizado por 50 artistas, alguns deles profissionais, mas a maioria será de militares em reabilitação e atletas que se prepararam durante dois meses para o evento.
Os diretores, que prometeram um espetáculo "profundamente humano", preferem guardar as surpresas para a noite da cerimônia, mas alguns veículos da imprensa britânica especularam a participação do físico inglês Stephen Hawking.
Enquanto são finalizados os preparativos para a cerimônia e a adaptação do Parque Olímpico e das instalações esportivas para o evento paralímpico, quatro tochas viajam ao longo do Reino Unido transmitindo o espírito de superação deste evento à sociedade britânica.
Cada uma das chamas olímpicas foi acesa ontem nos pontos mais altos das quatro nações do país - Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte - de onde iniciaram um percurso pelas principais cidades para se unirem, no próximo dia 28 de agosto, em uma única chama em Stoke Mandeville, o berço do movimento paralímpico.
Dali fará uma viagem de 24 horas até a capital britânica, onde vai passar por alguns pontos turísticos como a Abbey Road, o Picadilly Circus e a Tower Bridge de Londres antes de chegar ao estádio de Stratford durante a Cerimônia de Abertura. Uma vez acesa, a chama iluminará a capital britânica até o dia 9 de setembro.
Fonte: Terra
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Brasileira e britânica paraolímpicas comparam as dificuldades do dia-a-dia

by Ricardo Shimosakai




Louise Hunt é inglesa, tem 21 anos e irá participar das competições de tênis de cadeira de rodas. Ana Paula Alves é brasileira, tem 40 anos e integra a seleção do Brasil de vôlei sentado.
Londres 2012
A cidade sede Londres de 2012 tem 8.500 ônibus adaptados para cadeirantes, e cada parada é anunciada em voz alta, assim como o ponto final, para que deficientes visuais possam acompanhar o trajeto.
No entanto, 80% do metrô londrino não é adaptado, de acordo com a ONG Transport for All (na tradução do inglês, transporte para todos). Alto-falantes anunciam as paradas, mas as estações geralmente têm acessos por escadas e degraus, o que inviabiliza a mobilidade de cadeirantes. Além disso, o vão entre o vagão e a plataforma costuma ser uma barreira difícil de transpor para as cadeiras de rodas.
Durante a Paraolimpíada serão colocadas rampas móveis de embarque em 16 estações para resolver o problema, mas ainda não está claro se essas rampas irão permanecer ali depois dos jogos.
Os "black cabs" (táxis pretos), como são chamados em Londres, são adaptados para receber deficientes e cadeirantes, inclusive com rampas de acesso para a entrada nos carros.
As calçadas londrinas são, na maioria, bem conservadas e adaptadas para cadeirantes e com rampas nos pontos de cruzamento.
Um programa do governo disponibiliza carros novos e já adaptados para portadores de deficiências a preços acessíveis. Dependendo do valor do automóvel, ele é coberto pela bolsa mensal recebida pelo deficiente.
Rio 2016
Na sede dos jogos de 2016, projetos individuais começam a surgir, mas, em geral, muitas ONGs e especialistas no assunto reclamam do acesso para portadores de deficiência.
Os meio-fios são altos; as calçadas, mal conservadas, e faltam rampas de acesso por toda a cidade. A prefeitura tem realizado obras para adaptar o Rio de Janeiro. O projeto "calçada lisa" promete trazer acessibilidade para 700 mil metros de pavimentos, até 2016.
Os táxis, em sua grande maioria, não são adaptados, embora haja empresas que, com carros maiores, se especializaram no transporte de cadeirantes.
Mais da metade da frota de ônibus da cidade do Rio de Janeiro, tecnicamente, é adaptada para cadeira de rodas, e uma lei determina que todos os ônibus no Brasil têm de estar de acordo com os padrões de acessibilidade até 2014. No entanto, os cadeirantes constantemente reclamam de que o elevador está quebrado, ou de que os motoristas não sabem como operá-lo.
Se comparado com o restante da cidade, o metrô carioca é muito bem adaptado. Com marcas em braile para cegos e diversas rampas de acesso, os deficientes não costumam ter problema de circular nesse meio de transporte.
Projetos como o "Praia para todos" garantem acessibilidade no Rio de Janeiro, com esteiras que permitem a cadeirantes chegar até o meio da areia, cadeiras anfíbias para entrar na água e tendas de apoio. No entanto, o projeto é móvel e, no momento, não existem pontos fixos de acesso para cadeiras de rodas praia neste momento.
Carros para deficientes físicos recebem um desconto de impostos de IPI, ICMS, IOF e IPVA. Os tributos no Brasil correspondem a cerca de 40% do valor do veículo.

Fonte: BBC
Compartilhado por: Rafael Mota